
Um cuidado construído com base em evidências científicas, escuta clínica profunda e acompanhamento estruturado. Com metas claras e evolução monitorada por escalas clínicas validadas — pra você enxergar progresso de verdade ao longo do tratamento.
No meu consultório, cada história é única. Faço uma avaliação detalhada de emoções, comportamentos, vínculos e funcionamento cognitivo, com base em referências clínicas atuais.
Acredito que compreender você em sua totalidade - mente, hábitos e relações - é essencial para a sua melhora emocional, e psicológica, bem como para ressignificar experiências e ajudá-lo a sentir-se melhor.
Passo a passo. Pedir ajuda e buscar crescimento formam o primeiro passo. O acompanhamento em saúde mental é construído de forma gradual, personalizada e respeitando seu ritmo, seus horários e sua evolução.
O cuidado oferecido não se limita à medicação. As consultas envolvem escuta clínica, orientação prática, fortalecimento emocional e avaliação biológica numa perspectiva integral e sistêmica. A proposta é ampliar consciência, responsabilidade e equilíbrio para viver melhor - não pela perfeição da vida, mas por uma forma mais leve e feliz de habitá-la.
Cuidar da saúde mental de uma criança não é se apressar com um diagnóstico, nem prescrever automaticamente mesmos medicamentos em doses menores. É compreender o que o seu filho está tentando comunicar mediante o seu comportamento.
Nas consultas, investigamos desenvolvimento, rotina, emoções e ambiente familiar e escolar, oferecendo orientação clara aos pais e um plano individualizado.
O objetivo não é tornar a criança perfeita, mas ajudá-la a funcionar melhor, sofrer menos e permitir que a família volte a viver com mais tranquilidade e confiança como um sistema formado por engrenagens capazes de girar com menos atritos e com mais fluidez.
Muitos adultos chegam sem saber exatamente o que têm - apenas se sentem cansados, sobrecarregados ou mesmo diferentes de si mesmos.
A saúde mental do adulto costuma adoecer em silêncio: cansaço constante, irritação, culpa, ansiedade ou a sensação de não dar conta de tudo.
A consulta ajuda a entender o que está acontecendo, organizar prioridades e construir estratégias multidisciplinares possíveis para a vida real.
Suspeitar de autismo costuma gerar muitas dúvidas e medo de rótulos. A avaliação é cuidadosa e gradual, observando comunicação, comportamento, desenvolvimento e funcionamento nos diferentes ambientes da criança. O espectro é amplo, e nenhum diagnóstico resume quem seu filho é.
O objetivo não é encaixá-lo em uma categoria, mas compreender suas necessidades, orientar a família e organizar intervenções que favoreçam autonomia, aprendizado e bem-estar no dia a dia. Isso inclui orientar os pais também sobre limites e rotina, muitas vezes aliviando a exaustão causada por expectativas excessivas de tarefas e estímulos precoces.
A proposta é adaptar o cuidado à realidade da família para que todos possam caminhar juntos com mais segurança e previsibilidade.
O TDAH costuma aparecer como desatenção, impulsividade, esquecimento ou dificuldade de organização levando, muitas vezes a uma baixa na autoestima não só do paciente, mas também dos cuidadores ou responsáveis. Não se trata de falta de esforço, nem apenas questão de disciplina.
O processo orienta a rotina, os limites e a aprendizagem, além de esclarecer com critério o papel da medicação e do plano terapêutico, favorecendo o melhor funcionamento da criança e uma convivência familiar com menos desgaste.
A proposta é ajustar expectativas e organizar o cotidiano para que todos consigam acompanhar o ritmo possível, caminhando juntos com mais previsibilidade e tranquilidade.
Quando ansiedade ou depressão aparecem, a rotina vira esforço constante. Muitas mães chegam exaustas, sensíveis, sou entindo-se sozinhas. Outras relatam a sensação de estarem "enxugando gelo" embora estejam claramente entregando o melhor de si aos seus filhos.
O atendimento busca parar o "piloto automático", compreender o que está sobrecarregando o seu sistema e reorganizá-lo (rever sono, rotina , emoções e práticas que se acumulam no cotidiano". Cuidar de si é cuidar de quem está perto. Como explicita a metáfora, "em caso de despressurização da cabine, coloque a máscara de oxigênio do avião primeiro você em você e depois na criança que está no seu colo".
O objetivo é reduzir o sofrimento e devolver estabilidade para que a família possa funcionar com mais segurança e presença. Quando necessário, o medicamento é apenas uma ferramenta dentro de um plano maior.
A esquizofrenia não afeta apenas quem adoece - ela desorganiza toda a família.
O tratamento envolve medicamento, quando indicado, acompanhamento contínuo e orientação clara à família, bem como organização de rotina, apoio e planejamento de longo prazo.
O objetivo é reduzir crises, preservar autonomia possível e ajudar todos a conviver com mais estabilidade e segurança no cotidiano.
Na deficiência intelectual, comparar mais atrapalha do que ajuda.
O cuidado orienta metas possíveis, rotina adequada e apoio à família, reduzindo frustrações e permitindo um desenvolvimento realista e mais sereno para todos.
Quando surgem dificuldades para ler, escrever ou acompanhar a escola, a família frequentemente passa a viver entre cobranças externas e culpa interna. Nesse contexto, o objetivo não é nem aumentar a pressão por desempenho, nem colocar um limitador na criança, mas ajustar estratégias personalizadas, rotina e expectativas para preservar a autoestima da criança e reduzir conflitos no dia a dia.
Assim, o aprendizado deixa de ser motivo de tensão e a família pode voltar a caminhar junto, com mais tranquilidade, compreensão e cooperação.
Mudanças na alimentação - seja recusa, restrição ou episódios de compulsão ou compensação - costumam gerar grande angústia em toda a família.
Nesse quesito buscamos antes de tudo entender a relação do pacientecom a comida, a imagem corporal e suas emoções, considerando também as influências culturais atuais, muitas vezes marcadas por padrões irreais de aparência difundidos nas redes (como no caso da influência da estética coreana na juventude atual).
O cuidado para reduzir risco clínico e sofrimento psíquico. O objetivo é recuperar a autoestima ao padrão de uma relação mais segura com o corpo, permitindo que a família volte a cuidar e a ter momentos à mesa sem viver em constante vigilância.
Mudanças intensas de humor, períodos de grande energia seguidos de queda importante ou irritabilidade persistente costumam confundir a família e gerar desgaste nas relações.
A avaliação busca compreender o padrão dessas oscilações ao longo do tempo, diferenciando fases do desenvolvimento de um possível transtorno bipolar.
O tratamento, quando indicado, combina medicação criteriosa, organização de rotina e orientação aos responsáveis para reconhecer sinais precoces e evitar recaídas. A proposta é diminuir crises e permitir uma convivência mais estável, sem culpa e sem sustos.
Cada pessoa é única e nenhum diagnóstico se esgota em si mesmo.
O cuidado busca compreender o conjunto da vida e orientar intervenções adequadas à realidade daquele indivíduo e do seu contexto, ajudando todos a caminhar com mais previsibilidade e tranquilidade.
Contudo, em se tratando de crianças, faz-se necessário que as primeiras consultas se dêem de forma presencial. Mas de modo geral vale ressaltar que os atendimentos, tanto remotos quanto presenciais, apresentam a mesma abordagem clínica sólida e acolhedora, respeitando sua individualidade e seu ritmo.
Em nenhuma das formas o atendimento acontece no modo “pit stop de Fórmula 1”: cada encontro tem o tempo necessário para investigar o contexto, construir um diagnóstico mais assertivo e explicar o raciocínio clínico e a evolução com clareza.
Você fará contato direto com minha secretária, que estará disponível para esclarecer dúvidas e orientar cada etapa do processo de atendimento.
Para agendar a sua consulta basta clicar no botão abaixo.
CRM 19376 - PB
A Dra. Carolina realiza atendimento médico em saúde mental para o público infantojuvenil e adulto, com uma abordagem baseada em Medicina atualizada, escuta ativa e um plano terapêutico individualizado - sempre com acompanhamento estruturado e reavaliações periódicas.
A sua formação inclui pós-graduação conduzida com seriedade acadêmica pelo Instituto Ítalo Marsili / ICIM, além de experiência prática em atendimento ambulatorial no IFP3 (RJ), sob supervisão do Dr. Adriano Maury. Na prática: menos achismo, mais critério, mais segurança.
Atendimento visando trazer clareza, reduzir sofrimento e melhorar funcionalidade no dia a dia - com progresso acompanhado de forma objetiva ao longo do tratamento.
Carolina Dê Marco